sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Catim na reunião da CTaL do IPAC


http://www.ipac.pt/

Representado por António Parente, Diretor da Unidade de Metrologia, o CATIM participou na reunião da Comissão Técnica do IPAC, CTaL - Comissão Técnica de Acreditação de Laboratórios, que decorreu no passado dia 10.
Esta CT tem como objetivo a discussão, harmonização e otimização de políticas, metodologias e critérios de acreditação de laboratórios de ensaio e calibração segundo a ISO/IEC 17025.

O CATIM dispõe de vários laboratórios acreditados pelo IPAC, tendo sido uma das entidades pioneiras do país a alcançar tal reconhecimento na década de 80.

Ver laboratórios acreditados do CATIM: aqui




quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Revisão da Diretiva Máquinas, auscultação pública




A Comissão Europeia lança auscultação pública com base no documento "Inception impact assessment - Ares(2019)".

The Machinery Directive needs updating to improve safety levels further and take account of the latest IT innovations. The proposed revision:
-         aligns the Directive with EU harmonised legislation on product health and safety, and
-         tackles the challenges that may arise from technical progress in digitisation.


Acesso ao documento: aqui


segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Seis Sigma


O QUE É?
Introduzido na Motorola no final dos anos 80, Seis Sigma é uma metodologia que tem como objetivo reduzir a variabilidade dos processos, de forma a que os defeitos nos produtos sejam extremamente improváveis de ocorrer (redução dos defeitos para próximo de zero) [1]. Como consequência, visa uma melhoria da produtividade, um aumento da eficácia dos processos e um incremento da satisfação do cliente.
O objetivo é que o número de defeitos seja reduzido ao máximo, de modo a que o processo atinja, preferencialmente, o nível de desempenho 6 sigma, que corresponde apenas a 3,4 defeitos por milhão (DPM), apesar de tipicamente as empresas aceitarem 3 ou 4 níveis sigma de desempenho (correspondente a 67000 DPM e 6200 DPM, respetivamente) [2].
O padrão 6 Sigma surge como uma resposta às crescentes exigências dos clientes, funcionando como um fator competitivo para as empresas.
O Seis Sigma usa uma abordagem específica de cinco etapas: Definir, Medir, Analisar, Melhorar e Controlar (DMAIC), que será abordada posteriormente no Blog.

PRINCIPAIS BENEFÍCIOS
·        Aumento da produtividade e redução de custos
·        Aumento da competitividade no mercado
·        Melhoria da satisfação do cliente
·        Redução da variabilidade dos processos
·        Redução dos tempos de ciclo

FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
·        Mudança na cultura organizacional
·        Equipa qualificada conhecedora das técnicas e ferramentas associadas ao Seis Sigma
·        Envolvimento e participação da gestão de topo
·        Consciencialização para a obtenção de resultados a médio/longo prazo

BIBLIOGRAFIA
[2] Pyzdek, T. (2003). The six sigma handbook. New York, NY: McGraw-Hill Education, pp. 3.

Nota: post publicado com a colaboração de Daniela Meira da Unidade da Qualidade e Inovação

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Gestão e engenharia Industrial, serviços CATIM!


Consulte-nos!
As boas práticas também se implementam nas micro e pequenas empresas!
Solicite-nos uma reunião para troca de ideias, identificar necessidades e quem sabe... identificarmos oportunidades de colaboração!

Melhoria da eficiência produtiva, através do diagnóstico e apoio à implementação de boas práticas e ferramentas, no âmbito de:
- Lean Manufacturing (Value Stream Mapping; Business Process Mapping; 
- Apoio na definição de Layouts; 5 S’s; etc.);
- Otimização de processos;
- Implementação de técnicas e ferramentas da qualidade (Diagrama de Pareto; Diagrama de causa-efeito; FMEA; SPC, etc.);
- Organização do posto de trabalho e ergonomia;
- Planeamento e gestão operacional;
- Gestão da manutenção (apoio na implementação de boas práticas do TPM; revisão dos planos de manutenção);
- Gestão dos Equipamentos de Medição e Monitorização (Revisão do plano de calibração; Apoio na definição dos critérios de aceitação, etc.);
- Formação à medida.

Contato: Unidade da Qualidade e Inovação
catim@catim.pt
telefone: 226 159 000

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Formação CATIM: Segurança de Equipamentos de Trabalho, 23 e 24 de Janeiro!

O cumprimento do DL 50/2005 de 25 de Fevereiro é uma responsabilidade das entidades empregadoras.

10 questões...

1. Verifica se os equipamentos de trabalho que coloca ao dispor dos trabalhadores cumprem os requisitos mínimos de segurança?

2. Com que regularidade efectua essas verificações?

3. Quando decide comprar uma máquina nova sabe quais as obrigações do seu fornecedor e o que é que este lhe tem que entregar com a máquina? E quando é uma máquina usada? E quando é uma máquina alugada?

4. Tem um procedimento para recepção e aceitação das máquinas que adquire? (por exemplo verificação do manual de instruções, certificados, sinalética, etc)

5. Após ter adquirido uma máquina, efectua uma verificação inicial antes de esta entrar em serviço?

6. Informa e dá formação ao trabalhador sobre a segurança do equipamento de trabalho (máquina por exemplo) que utiliza?

7. Sabe quais os procedimentos de segurança que tem que adoptar quando uma máquina é sujeita a uma operação de manutenção significativa ou reparação?

8. Quando decide alterar uma máquina ou uma linha de produção com integração de vários equipamentos, ou conceber e produzir uma máquina para sua própria utilização, sabe quais os procedimentos de segurança a seguir e quais as implicações legais a que pode estar sujeito?

9. No caso de contratar fornecedores de serviços ou sub-empreiteiros que utilizem máquinas nas suas instalações, o que lhes deve exigir?

10. Sabe que a verificação de segurança duma máquina exige uma abordagem técnica multidisciplinar do ponto de vista de engenharia com a apreciação de todos os seus sub-sistemas, de potência e de comando (eléctricos, hidráulicos, pneumáticos), estruturais, de protecção, etc?

Formação, mais informações e inscrições: aqui

A Unidade de Engenharia e Segurança de Equipamentos do CATIM poderá ajudar a sua empresa na verificação de segurança e definição de acções de melhoria de forma a dar cumprimento aos requisitos legais e garantir a segurança na utilização dos equipamentos.
25 anos de experiência ao serviço da indústria no domínio da segurança de máquinas e equipamentos
CATIM, Organismo Notificado para a Directiva Máquinas nº 0464 (ver www.catim.pt)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Diagrama de causa-efeito




O QUE É?
O diagrama de causa-efeito, também conhecido como diagrama de Ishikawa ou diagrama de Espinha de Peixe, foi desenvolvido por Kaoru Ishikawa e consiste numa ferramenta da qualidade que visa identificar, de uma forma gráfica, as causas que estão na origem de um determinado problema (efeito), por exemplo, um produto defeituoso [1, 2].
O formato mais usual da ferramenta agrupa as causas em 6 categorias (6M’s): Máquina, Matéria-prima, Mão de obra, Meio ambiente, Método e Medição. No entanto, dependendo do tipo de problema a analisar, podem não ser utilizadas todas estas categorias [2].

COMO ELABORAR? [1]
1.     Definir o problema: Definir o problema a ser resolvido para um determinado produto ou serviço.
2.     Formar a equipa: Formar uma equipa conhecedora do problema e do sistema onde este se insere.
3.     Brainstorming: Gerar ideias sobre as causas possíveis do problema.
4.     Organizar causas em categorias: As causas devem ser agrupadas em categorias, de acordo com a regra dos 6M’s ou 4P’s (Políticas, Procedimentos, Pessoal, Layout.
5.     Construir o diagrama: Desenhar uma caixa do lado direito com o nome do problema e uma seta horizontal a apontar para a mesma; colocar caixas com o nome das categorias acima e abaixo da linha horizontal; por fim, colocar as causas principais e elementares nas diversas categorias.
6.     Análise das causas: Analisar as causas e identificar as mais importantes. Para as mais importantes, propor soluções para as eliminar.

PRINCIPAIS BENEFÍCIOS
·        Visualização gráfica das causas que estão na origem de um problema
·        Promove o trabalho em equipa
·        Separação objetiva das causas e respetivo efeito

BIBLIOGRAFIA
[1] Pyzdek, T. (2003). The six sigma handbook. New York, NY: McGraw-Hill Education;
[2] Gwiazda, A. (2006). Quality tools in a process of technical project management. Journal of Achievements in Materials and Manufacturing Engineering, Vol. 18(1-2), pp. 439-442.


Nota: post publicado com a colaboração de Daniela Meira da Unidade da Qualidade e Inovação

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

O CATIM dispõe de Verificadores PCIP Qualificados!




Ano Novo, notícia nova...

De acordo com o Decreto-lei 127/2013 de 30 de Agosto, que estabelece o regime de emissões industriais aplicáveis à prevenção e controlo integrados de poluição (PCIP), a informação de monitorização constante do Relatório Ambiental Anual (RAA) tem de ser previamente validada por Verificadores Qualificados, antes do envio da mesma à Agência Portuguesa de Ambiente.
Excecionalmente, neste primeiro ano de reporte por recurso a Verificadores Qualificados, o RAA poderá ser enviado à APA até 30 de junho de 2019 (mantendo-se o prazo de 30 de abril nos anos seguintes).
Estamos disponíveis para colaborar com a V/ empresa. Contacte-nos: claudia.ribeiro@catim.pt

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

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Obrigado e um excelente 2019!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Feliz Natal e Próspero Ano Novo!


Este ano temos 2 postais de Boas Festas... Nunca são demais...
A Equipa CATIM deseja a todos os seus clientes, fornecedores, parceiros e associados, um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Satisfação dos Clientes CATIM



Uma das importantes medidas que o CATIM toma para sustentar o processo de melhoria contínua é o de solicitar aos clientes que avaliem a qualidade dos serviços, respondendo a um questionário de avaliação.
Esta avaliação que é efectuada anualmente desde 2001, contempla diversas dimensões entre as quais:
- Tempo de resposta a solicitações
- Prazos de execução do serviço
- Atendimento
- Disponibilidade / Flexibilidade
- Preço
- Conhecimentos técnicos



Concluímos no passado mês de Novembro mais uma avaliação, desta vez relativa ao ano de 2017, tendo-se sido inquiridos 3705 contactos em empresas clientes do CATIM. Recebemos 583 respostas o que dá uma taxa de 15,7%, resultado muito satisfatório e na linha dos anos anteriores.
Os resultados alcançados na avaliação são bons e confirmam os resultados da avaliação do desempenho dos processos e procedimentos implementados no âmbito do Sistema de Gestão da Qualidade que está certificado pela DNV-GL (ISO 9001).



segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Diagrama de Pareto



O QUE É?
O Diagrama de Pareto é uma ferramenta da qualidade que visa determinar as causas mais importantes de um problema (as poucas e vitais), distinguindo-as das menos importantes (as muitas e triviais) [1,2].
O princípio de Pareto baseia-se na ideia de que, na maioria dos casos, 80% dos problemas são gerados por apenas 20% das causas. Daí que o princípio de Pareto seja também conhecido como método ABC ou método dos 80/20.

COMO ELABORAR? [2]
1.  Definir o problema a analisar (ex: itens defeituosos, perdas em dinheiro, ocorrência de acidentes…)
2.  Determinar as categorias de Pareto: Definir as categorias a colocar no gráfico (eixo horizontal), ou seja, as causas que estão na origem do problema.
3.    Determinar o tempo de análise: Selecionar um intervalo de tempo para análise, que seja grande o suficiente para representar o desempenho típico.
4.  Determinar o total de ocorrências: Contabilizar o total de ocorrências (ex: itens defeituosos) para cada categoria – totais individuais. No final, calcular o total acumulado. As categorias que representem uma pequena parte do total acumulado devem ser agrupadas na categoria Outros.
5.     Ordenar as categorias pelo total de ocorrências: As categorias devem ser ordenadas de acordo com os totais individuais de ocorrências, dos valores maiores para os menores.
6. Cálculo da percentagem relativa e acumulada: Para cada categoria, calcular a percentagem relativa e acumulada, através dos totais individuais e acumulados.
7.     Construção do gráfico de Pareto: No eixo horizontal são listadas as categorias, por ordem decrescente de ocorrências (da esquerda para a direita); No eixo vertical à esquerda são contabilizados os totais individuais de ocorrências; No eixo vertical à direita são contabilizadas as percentagens acumuladas.
Para cada categoria deve desenhar-se um retângulo cuja altura representa o total individual de ocorrências. A curva de Pareto deve ser desenhada a partir das percentagens acumuladas.

PRINCIPAIS BENEFÍCIOS
-  Permite identificar e priorizar as causas principais na origem de um problema;
- Ferramenta visual que proporciona uma visão rápida da importância relativa das causas dos problemas;
- Permite uma resolução eficaz dos problemas ao atuar seletivamente nas causas principais.


BIBLIOGRAFIA
[1] Montgomery, D. C. (2009). Introduction to statistical quality control. John Wiley & Sons, Arizona State University, 6th Edition;
[2] Pyzdek, T. (2003). The six sigma handbook. New York, NY: McGraw-Hill Education.

Nota: post publicado com a colaboração de Daniela Meira da Unidade da Qualidade e Inovação


sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Open Innovation: Procure o melhor parceiro


O CATIM disponibiliza à comunidade empresarial e científica, uma Plataforma de Open Innovation tendo como objetivo facilitar o acesso a redes de partilha de conhecimento, através da criação de um espaço virtual dinâmico onde é possível lançar desafios tecnológicos e obter/apresentar soluções inovadoras.
Esta Plataforma encontra-se integrada no Portal OpenTech_INOV, o qual permite ainda o acesso a ferramentas digitais avançadas de engenharia, nomeadamente, modelação digital (Computer Aided Design - CAD) e simulação numérica (Computer Aided Engineering-  CAE), em ambiente de High Performance Computing (HPC).

Join us on the OpenTech_INOV Portal: https://opentech.catim.pt/

Para mais informações:
Guia Prático de Utilização do Portal, também em www.catim.pt
Por email:
Vânia Pacheco | vania.pacheco@catim.pt
Luis Rocha | luis.rocha@catim.pt



quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Capacitação para a Transformação Digital


     
                                                      

No passado dia 29 de novembro, o CATIM marcou presença no seminário “Capacitação para a Transformação Digital”, iniciativa do projeto Demo Digital 4.0 desenvolvido pelo Inov Inesc Inovação, e que decorreu no Parque de Exposições de Aveiro.
Neste seminário foram abordados temas relacionados com a Indústria 4.0 e as principais tecnologias associadas:
·        Machine Vision (visão computacional)
·        Eletrónica embarcada (sensores, plataformas computacionais)
·        Internet das coisas (IoT)
·        Sistemas ciber-físicos (cyber-physical systems - CPS)

No decorrer do seminário foi dado particular ênfase aos Sistemas ciber-físicos (CPS), cuja função é a ligação entre os elementos computacionais e os elementos físicos, ou seja, a convergência entre a Tecnologia da Informação (TI) e a Tecnologia Operacional (TO).

Os CPS funcionam como o fio que une toda a IoT e têm como objetivo comunicar os sistemas físicos com o mundo digital, no sentido de melhorar o seu desempenho, eficiência e produtividade. Tal é conseguido através da recolha de dados em tempo real e pela comunicação de todos os sistemas, o que permite conhecer o comportamento do processo e antecipar as mudanças no mercado, de modo a atuar conformemente, alterando os parâmetros do processo. Assim, os CPS permitem uma rápida adaptação às alterações do contexto interno e externo. São o próximo passo para otimizar a eficiência e cumprir com as exigências inerentes à globalização dos mercados, visto que propiciam os seguintes aspetos:
  • ·        Maximização da estabilidade dos ativos
  • ·        Redução dos custos de manutenção
  • ·        Melhoria do serviço ao cliente
  • ·        Controlo remoto dos sistemas de produção
  • ·        Melhoria da qualidade do produto

Além de serem aplicados nos processos industriais, sendo a base de uma fábrica inteligente, os CPS são também utilizados em aplicações de fornecimento de energia e controlo de tráfego, permitindo, por exemplo, uma redução das emissões de dióxido de carbono.

Nota: colaboração de Daniela Meira da Unidade da Qualidade e Inovação do CATIM na realização deste post

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

50ª reunião do Grupo Horizontal, Diretiva Máquinas.



Realizou-se nos dias 29 e 30 de Novembro, em Bruxelas, a 50ª reunião do Grupo Horizontal, Diretiva Máquinas.
Este grupo reúne-se duas vezes por ano com o objetivo de supervisionar e coordenar o trabalho dos Grupos Verticais e tratar de assuntos comuns a todos os organismos notificados no âmbito da Diretiva Máquinas.
Na reunião estiveram presentes 22 representantes de organismos notificados de diferentes países europeus tendo-se tratado diversos temas com interesse relevante para atividade destes organismos. O CATIM esteve representado pela Engª Filipa Lima da Unidade de Certificação de Produtos, estrutura orgânica que suporta a acreditação do CATIM neste domínio e o reconhecimento como Organismo Notificado.

A possível revisão da Diretiva Máquinas para 2021 foi um dos temas abordados, tendo sido focados entre outros aspectos a clarificação de âmbito e de algumas definições, riscos relacionados com tecnologias digitais, AI, IoT, robots, Cybersecurity, etc

 Nota: colaboração no post de Filipa Lima

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Marcação CE de plataformas elevatórias e normalização aplicável




Gustavo Cruz da Unidade de Engenharia e Segurança de Equipamentos do CATIM, participou como orador no “1º Seminário Internacional Segurança de Máquinas, Plataformas elevatórias e Equipamentos de Trabalho”, realizado no passado dia 21 de Novembro de 2018 na EMAF – Exponor.
A sua apresentação abordou a temática da Marcação CE de plataformas elevatórias,  procedimentos e requisitos aplicáveis e a intervenção do Organismo Notificado CATIM neste processo.

Como representante também da CT130 – Plataformas Elevatórias, apresentou as normas aplicáveis às plataformas elevatórias e o trabalho desenvolvido nesta comissão técnica.


segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Seminário ObservTech – Capacitar a indústria, reforçar a competitividade e potenciar o crescimento baseado no conhecimento e inovação



O CATIM dinamizou, no passado dia 22 de novembro, o Seminário ObservTech – Capacitar a indústria, reforçar a competitividade e potenciar o crescimento baseado no conhecimento e inovação. O evento decorreu na Exponor, em Matosinhos, integrado na Feira Internacional de Máquinas, Equipamentos e Serviços para a Indústria - EMAF 2018.
A abertura e moderação da sessão foi realizada por Vânia Pacheco, do CATIM, e contou com a apresentação de diversos painéis temáticos referentes a variados Projetos no qual o CATIM participa,
No âmbito do Projeto ObservTech, cofinanciado pelo Compete 2020, Cláudia Fernandes (CATIM) realizou uma apresentação sobre “A importância das atividades de Vigilância Tecnológica e Transferência de Conhecimento e Tecnologia na promoção da competitividade das PME nacionais”, salientando o papel do CATIM enquanto centro de interface tecnológico, fomentando a aproximação e comunicação entre o sistema científico e tecnológico e o tecido empresarial. O presente projeto visa o reforço da atividade de vigilância técnica, tecnológica, científica e normativa do CATIM, articulada com a dinamização de iniciativas de interação e transferência de conhecimento e promoção de ações de demonstração de desenvolvimento técnico e tecnológico, procurando, desta forma, responder a necessidades específicas das empresas nacionais do setor, contribuindo, assim, para o aumento da sua competitividade e acesso a novos mercados.
Seguiu-se a apresentação “Nanomateriais: um risco ocupacional na manufatura aditiva de metal”, promovida por Marta Sousa (CATIM), temática esta abordada no âmbito da sua tese de doutoramento, e que incidiu sobre a questão do impacto dos nanomateriais, libertados durante os processos de manufatura aditiva de metais, ao nível da segurança e saúde humana, e identificação de métodos de avaliação e controlo do risco associado ao processo de libertação destes materiais.
No âmbito do Projeto Wings+, cofinanciado pelo Programa ERASMUS+, Luís Rocha (CATIM), coordenador do projeto, realizou uma apresentação intitulada “Inovação no modelo de formação: “Geometrical Quality Control and Large Scale Metrologyna indústria aeronáutica. O Projeto Wings+ visa promover a inovação na formação profissional ao nível do controlo geométrico da qualidade e na metrologia em grande escala para a indústria aeronáutica. Atualmente verifica-se que, cada vez mais, as empresas procuram estas áreas de formação e, frequentemente, em contexto de trabalho, devido à necessidade crescente da digitalização de processos. O uso correto de equipamentos inovadores de medição 3D constitui um fator chave de competitividade para as empresas, sendo imprescindível para produtos/processos de engenharia e controlo de qualidade, em particular, na indústria aeronáutica.
Cofinanciado no âmbito do Programa INTERREG Portugal-Espanha (POCTEP), o Projeto Manufactur4.0 também esteve em destaque no Seminário ObservTech, com as apresentações das tecnologias avançadas alusivas aos demonstradores de produção dirigidos ao setor naval-metalomecânico, realizadas por Maria Jesús Legarreta (GAIN) - Realidade Aumentada em processos, Digitalização sem contacto; Daniel Gesto (AIMEN) - Demonstrador Mecanizado (Soldadura/Rebarbagem), Demonstrador Corte e Soldadura de excerto em tubos;  e Luís Rocha (INESCTEC) – Demonstrador Realidade Aumentada Corte e Montagem, Robotic Machine Tending.
A sessão terminou com a apresentação do Projeto TechParts, cofinanciado pelo Norte 2020, tendo como oradores Cláudia Pires do CATIM e Humberto Ferreira da Pragmasoft, empresa líder do consórcio deste projeto que visa o desenvolvimento de um sistema de apoio à decisão para o planeamento e escalonamento de atividades de manutenção preventiva das ferramentas de desgaste rápido em empresas produtoras de peças técnicas. Em particular, o projeto tem como principal objetivo dar resposta a um setor (metalúrgico e metalomecânico) cada vez mais exigente no que diz respeito às áreas da manutenção preventiva/preditiva.





sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Publicação da Norma NP EN ISO 12100: 2018 - Segurança de máquinas - Princípios gerais de conceção - Apreciação do risco e redução do risco (ISO 12100:2010)

O principal objetivo desta Norma é proporcionar aos projetistas o enquadramento e orientações sobre as decisões a tomar durante o desenvolvimento das máquinas tendo em vista a conceção de máquinas que sejam seguras em condições previstas de utilização.
Também fornece uma estratégia para quem desenvolve as normas e ajuda na preparação de normas tipo-B e tipo-C apropriadas e consistentes aplicáveis às máquinas.

O conceito de segurança de máquinas considera a capacidade de uma máquina executar a(s) função(ões) prevista(s) durante o ciclo de vida para o qual o risco foi adequadamente reduzido.

Esta Norma é a base para um conjunto de normas que tem a seguinte estrutura:

Normas tipo-A (normas básicas) estabelecem conceitos básicos, princípios de conceção e aspetos
gerais que podem ser aplicados às máquinas

Normas tipo-B (normas gerais de segurança) lidam com um aspeto da segurança ou com um meio de
proteção que pode ser usado num gama ampla de máquinas:

  • Tipo-B1 normas sobre aspetos gerais de segurança (por exemplo, distâncias de segurança, temperatura de superfície, ruído)

  • Tipo-B2 normas sobre meios de proteção (por exemplo, comandos bimanuais, dispositivos de encravamento, dispositivos sensíveis à pressão, protetores);

Normas tipo C (normas de segurança por categoria de máquinas) lidam com requisitos de segurança
detalhados aplicáveis a uma máquina particular ou grupo de máquinas particular.

A presente Norma NP EN ISO 2010 foi traduzida na comissão técnica CT40 - Máquinas Ferramenta, comissão técnica coordenada pelo Organismo de Normalização Sectorial CATIM, presidida por Alberto Fonseca, também do CATIM e recentemente publicada pelo IPQ.

O CATIM vai realizar no próximo dia 4 de Dezembro uma acção de formação sobre esta importante norma.
Para mais informações e inscrições: aqui