sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Catim na reunião da CTaL do IPAC


http://www.ipac.pt/

Representado por António Parente, Diretor da Unidade de Metrologia, o CATIM participou na reunião da Comissão Técnica do IPAC, CTaL - Comissão Técnica de Acreditação de Laboratórios, que decorreu no passado dia 10.
Esta CT tem como objetivo a discussão, harmonização e otimização de políticas, metodologias e critérios de acreditação de laboratórios de ensaio e calibração segundo a ISO/IEC 17025.

O CATIM dispõe de vários laboratórios acreditados pelo IPAC, tendo sido uma das entidades pioneiras do país a alcançar tal reconhecimento na década de 80.

Ver laboratórios acreditados do CATIM: aqui




quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Revisão da Diretiva Máquinas, auscultação pública




A Comissão Europeia lança auscultação pública com base no documento "Inception impact assessment - Ares(2019)".

The Machinery Directive needs updating to improve safety levels further and take account of the latest IT innovations. The proposed revision:
-         aligns the Directive with EU harmonised legislation on product health and safety, and
-         tackles the challenges that may arise from technical progress in digitisation.


Acesso ao documento: aqui


segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Seis Sigma


O QUE É?
Introduzido na Motorola no final dos anos 80, Seis Sigma é uma metodologia que tem como objetivo reduzir a variabilidade dos processos, de forma a que os defeitos nos produtos sejam extremamente improváveis de ocorrer (redução dos defeitos para próximo de zero) [1]. Como consequência, visa uma melhoria da produtividade, um aumento da eficácia dos processos e um incremento da satisfação do cliente.
O objetivo é que o número de defeitos seja reduzido ao máximo, de modo a que o processo atinja, preferencialmente, o nível de desempenho 6 sigma, que corresponde apenas a 3,4 defeitos por milhão (DPM), apesar de tipicamente as empresas aceitarem 3 ou 4 níveis sigma de desempenho (correspondente a 67000 DPM e 6200 DPM, respetivamente) [2].
O padrão 6 Sigma surge como uma resposta às crescentes exigências dos clientes, funcionando como um fator competitivo para as empresas.
O Seis Sigma usa uma abordagem específica de cinco etapas: Definir, Medir, Analisar, Melhorar e Controlar (DMAIC), que será abordada posteriormente no Blog.

PRINCIPAIS BENEFÍCIOS
·        Aumento da produtividade e redução de custos
·        Aumento da competitividade no mercado
·        Melhoria da satisfação do cliente
·        Redução da variabilidade dos processos
·        Redução dos tempos de ciclo

FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
·        Mudança na cultura organizacional
·        Equipa qualificada conhecedora das técnicas e ferramentas associadas ao Seis Sigma
·        Envolvimento e participação da gestão de topo
·        Consciencialização para a obtenção de resultados a médio/longo prazo

BIBLIOGRAFIA
[2] Pyzdek, T. (2003). The six sigma handbook. New York, NY: McGraw-Hill Education, pp. 3.

Nota: post publicado com a colaboração de Daniela Meira da Unidade da Qualidade e Inovação

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Gestão e engenharia Industrial, serviços CATIM!


Consulte-nos!
As boas práticas também se implementam nas micro e pequenas empresas!
Solicite-nos uma reunião para troca de ideias, identificar necessidades e quem sabe... identificarmos oportunidades de colaboração!

Melhoria da eficiência produtiva, através do diagnóstico e apoio à implementação de boas práticas e ferramentas, no âmbito de:
- Lean Manufacturing (Value Stream Mapping; Business Process Mapping; 
- Apoio na definição de Layouts; 5 S’s; etc.);
- Otimização de processos;
- Implementação de técnicas e ferramentas da qualidade (Diagrama de Pareto; Diagrama de causa-efeito; FMEA; SPC, etc.);
- Organização do posto de trabalho e ergonomia;
- Planeamento e gestão operacional;
- Gestão da manutenção (apoio na implementação de boas práticas do TPM; revisão dos planos de manutenção);
- Gestão dos Equipamentos de Medição e Monitorização (Revisão do plano de calibração; Apoio na definição dos critérios de aceitação, etc.);
- Formação à medida.

Contato: Unidade da Qualidade e Inovação
catim@catim.pt
telefone: 226 159 000

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Formação CATIM: Segurança de Equipamentos de Trabalho, 23 e 24 de Janeiro!

O cumprimento do DL 50/2005 de 25 de Fevereiro é uma responsabilidade das entidades empregadoras.

10 questões...

1. Verifica se os equipamentos de trabalho que coloca ao dispor dos trabalhadores cumprem os requisitos mínimos de segurança?

2. Com que regularidade efectua essas verificações?

3. Quando decide comprar uma máquina nova sabe quais as obrigações do seu fornecedor e o que é que este lhe tem que entregar com a máquina? E quando é uma máquina usada? E quando é uma máquina alugada?

4. Tem um procedimento para recepção e aceitação das máquinas que adquire? (por exemplo verificação do manual de instruções, certificados, sinalética, etc)

5. Após ter adquirido uma máquina, efectua uma verificação inicial antes de esta entrar em serviço?

6. Informa e dá formação ao trabalhador sobre a segurança do equipamento de trabalho (máquina por exemplo) que utiliza?

7. Sabe quais os procedimentos de segurança que tem que adoptar quando uma máquina é sujeita a uma operação de manutenção significativa ou reparação?

8. Quando decide alterar uma máquina ou uma linha de produção com integração de vários equipamentos, ou conceber e produzir uma máquina para sua própria utilização, sabe quais os procedimentos de segurança a seguir e quais as implicações legais a que pode estar sujeito?

9. No caso de contratar fornecedores de serviços ou sub-empreiteiros que utilizem máquinas nas suas instalações, o que lhes deve exigir?

10. Sabe que a verificação de segurança duma máquina exige uma abordagem técnica multidisciplinar do ponto de vista de engenharia com a apreciação de todos os seus sub-sistemas, de potência e de comando (eléctricos, hidráulicos, pneumáticos), estruturais, de protecção, etc?

Formação, mais informações e inscrições: aqui

A Unidade de Engenharia e Segurança de Equipamentos do CATIM poderá ajudar a sua empresa na verificação de segurança e definição de acções de melhoria de forma a dar cumprimento aos requisitos legais e garantir a segurança na utilização dos equipamentos.
25 anos de experiência ao serviço da indústria no domínio da segurança de máquinas e equipamentos
CATIM, Organismo Notificado para a Directiva Máquinas nº 0464 (ver www.catim.pt)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Diagrama de causa-efeito




O QUE É?
O diagrama de causa-efeito, também conhecido como diagrama de Ishikawa ou diagrama de Espinha de Peixe, foi desenvolvido por Kaoru Ishikawa e consiste numa ferramenta da qualidade que visa identificar, de uma forma gráfica, as causas que estão na origem de um determinado problema (efeito), por exemplo, um produto defeituoso [1, 2].
O formato mais usual da ferramenta agrupa as causas em 6 categorias (6M’s): Máquina, Matéria-prima, Mão de obra, Meio ambiente, Método e Medição. No entanto, dependendo do tipo de problema a analisar, podem não ser utilizadas todas estas categorias [2].

COMO ELABORAR? [1]
1.     Definir o problema: Definir o problema a ser resolvido para um determinado produto ou serviço.
2.     Formar a equipa: Formar uma equipa conhecedora do problema e do sistema onde este se insere.
3.     Brainstorming: Gerar ideias sobre as causas possíveis do problema.
4.     Organizar causas em categorias: As causas devem ser agrupadas em categorias, de acordo com a regra dos 6M’s ou 4P’s (Políticas, Procedimentos, Pessoal, Layout.
5.     Construir o diagrama: Desenhar uma caixa do lado direito com o nome do problema e uma seta horizontal a apontar para a mesma; colocar caixas com o nome das categorias acima e abaixo da linha horizontal; por fim, colocar as causas principais e elementares nas diversas categorias.
6.     Análise das causas: Analisar as causas e identificar as mais importantes. Para as mais importantes, propor soluções para as eliminar.

PRINCIPAIS BENEFÍCIOS
·        Visualização gráfica das causas que estão na origem de um problema
·        Promove o trabalho em equipa
·        Separação objetiva das causas e respetivo efeito

BIBLIOGRAFIA
[1] Pyzdek, T. (2003). The six sigma handbook. New York, NY: McGraw-Hill Education;
[2] Gwiazda, A. (2006). Quality tools in a process of technical project management. Journal of Achievements in Materials and Manufacturing Engineering, Vol. 18(1-2), pp. 439-442.


Nota: post publicado com a colaboração de Daniela Meira da Unidade da Qualidade e Inovação

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

O CATIM dispõe de Verificadores PCIP Qualificados!




Ano Novo, notícia nova...

De acordo com o Decreto-lei 127/2013 de 30 de Agosto, que estabelece o regime de emissões industriais aplicáveis à prevenção e controlo integrados de poluição (PCIP), a informação de monitorização constante do Relatório Ambiental Anual (RAA) tem de ser previamente validada por Verificadores Qualificados, antes do envio da mesma à Agência Portuguesa de Ambiente.
Excecionalmente, neste primeiro ano de reporte por recurso a Verificadores Qualificados, o RAA poderá ser enviado à APA até 30 de junho de 2019 (mantendo-se o prazo de 30 de abril nos anos seguintes).
Estamos disponíveis para colaborar com a V/ empresa. Contacte-nos: claudia.ribeiro@catim.pt