sexta-feira, 1 de julho de 2022

Aplicação do ADR ao Transporte de Resíduos – Obrigações do Produtor - 6 de julho!

 



Resumo do Conteúdo Programático:
- Enquadramento regulamentar do transporte de mercadorias perigosas
- Classificação para transporte e implicações aplicadas aos resíduos
- Formas de expedição e acondicionamento
- Embalagens vazias e embalagens descartadas
- Documentação aplicada ao transporte de mercadorias perigosas e o papel da eGAR
- Isenções na aplicação do ADR e outros regulamentos
- Casos práticos

Mais informações e inscrições: aqui

quinta-feira, 30 de junho de 2022

Toleranciamento Dimensional e Geométrico (ONLINE), 5 e 7 de julho!

 


Resumo do Conteúdo Programático:

O PRINCÍPIO DE TOLERANCIAMENTO
A NORMA ISO 1101:2017 - GEOMETRICAL PRODUCT SPECIFICATIONS (GPS) - GEOMETRICAL TOLERANCING - TOLERANCES OF FORM, ORIENTATION, LOCATION AND RUN-OUT
- O enquadramento do referencial normativo na matriz das normas do GPS (Geometrical Product Specifications)
- Terminologia e definições
- Simbologia
- Tipos de tolerâncias
- Datum/Elementos de referência
- Dimensões teoricamente exatas (TED)
- Inter-relação de tolerâncias geométricas
- A cotagem nominal
- A importância do sistema de referência para o toleranciamento dimensional e geométrico
O TOLERANCIAMENTO DIMENSIONAL
- Cotas e desvios
- Sistema ISO de tolerâncias lineares
O TOLERANCIAMENTO GEOMÉTRICO
- Conceitos, definições e simbologia
- As tolerâncias de forma
- As tolerâncias de orientação
- As tolerâncias de posição
- As tolerâncias de batimento
- A Inter-relação dimensão-geometria
- Os princípios de MMC (Condição de Máximo Material) e LMC (Condição de Mínimo Material)
CASO PRÁTICO

Mais informações e inscrições: aqui

quarta-feira, 29 de junho de 2022

Legislação Ambiental - Principais Requisitos, 11 a 15 de julho!

 


Resumo do Conteúdo Programático
  • - Licenciamento da atividade industrial - Sistema da Indústria Responsável (SIR)
  • - Licenciamento Único Ambiental (LUA) e regimes associados (PCIP, AIA e SEVESO)
  • - Resíduos
  • - Águas e águas residuais
  • - Emissões para a atmosfera
  • - Energia
  • - Aplicação em casos práticos.
Mais informações e inscrições: aqui


terça-feira, 28 de junho de 2022

Técnico de Gás UFCD 10721 - Supervisão e inspeção das infraestruturas de gás - Atualização, início 11 de julho!

 


Mais informações e inscrições: aqui

Condições de acesso / Público-Alvo
Habilitações específicas
  • Esta ação de formação/UFCD destina-se formandos titulares de licença de Técnico de Gás, que precisem de frequentar formação de atualização necessária à manutenção de competências ou conversão das licenças previstas no n.º 10 do artigo 61.º da Lei n.º 15/2015, de 16 de fevereiro, sendo a sua conclusão comprovada através de um certificado de qualificações e/ou diploma de qualificação emitido no âmbito do SNQ.




segunda-feira, 27 de junho de 2022

Ferramentas LEAN - Princípios da Melhoria Contínua, KAIZEN (ONLINE), 4, 6, 11 e 13 de julho!

 


Resumo do Conteúdo Programático
  • CONCEITOS ASSOCIADOS AOS PRINCÍPIOS LEAN MANAGEMENT:
  • - Conceitos básicos
  • - Identificação dos desperdícios
  • FERRAMENTAS LEAN MANAGEMENT – OBJETIVOS E IMPORTÂNCIA DA SUA APLICAÇÃO
  • APRESENTAÇÃO DE CONCEITOS E EXEMPLOS DE APLICAÇÃO DAS FERRAMENTAS:
  • - TPM (Total Productive Maintenance)
  • - OEE (Overall Equipment Effectiveness)
  • - Gestão Visual
  • - 5 S
  • - 5 Why’s (5 Porquês)
  • - Poke-Yoke
  • - KAIZEN
Mais informações e inscrições: aqui


quarta-feira, 22 de junho de 2022

A Conformidade Metrológica de Equipamentos/Sistemas de Medição (ONLINE) - 05 a 12 de julho!

 

Resumo do Conteúdo Programático:

INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS DA METROLOGIA

PROCESSO DE CONFIRMAÇÃO METROLÓGICA:

- Características do equipamento vs propriedades dos processos de medição

- Requisitos de medição

- Definição de critérios de aceitação

- Calibração vs verificação metrológica

- Análise e decisão de certificados/relatórios de calibração *

- Determinação de intervalos de calibração

REGISTOS E DOCUMENTOS APLICÁVEIS


Mais informações e inscrições: aqui

quinta-feira, 26 de maio de 2022

Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos (FMEA)



O QUE É?
A Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos (FMEA) é uma ferramenta de gestão do risco utilizada com o propósito de diminuir as falhas nos produtos, processos e sistemas. O objetivo é identificar, priorizar e analisar potenciais falhas [1], de forma a propor ações de melhoria e evitar a sua ocorrência.

TIPOS DE FMEA
Existem vários tipos de FMEA consoante o tipo de aplicação: FMEA de Produto (ou de conceção/design), FMEA de Sistema, FMEA de Processo, FMEA dos Serviços e FMEA de Software [3].
·      FMEA de Produto (DFMEA): Considera-se as falhas que poderão ocorrer no produto, que o possam tornar não conforme com as especificações do projeto.
·        FMEA de Processo (PFMEA): Considera-se as falhas que poderão ocorrer no planeamento do processo, de forma a evitar não conformidades do produto com as especificações do projeto.

COMO ELABORAR?
A análise FMEA pressupõe várias etapas:
1.     Definição do âmbito e objetivos de estudo
2.     Constituição da equipa (deve ser multidisciplinar)
3.     Caracterização do sistema/produto/processo em análise
4.     Decomposição do sistema/produto/processo em componentes ou etapas
5.     Definição da função de cada componente ou etapa
6.     Para cada componente ou etapa, elaborar o formulário FMEA de acordo com a sequência abaixo descrita (ver imagem):
a)   Como pode cada componente falhar? – Modos de falha
b)   Quais os efeitos potenciais desses modos de falha? – Efeitos das falhas
c)   Atribuição de um valor para a Gravidade (G) ou severidade de cada modo de falha, que consiste numa avaliação quantitativa da gravidade dos efeitos
d)   Que mecanismos podem produzir esses modos de falha? – Causas das falhas
e)   Atribuição de um valor para a probabilidade de Ocorrência (O) de cada modo de falha
f)    Como é detetada e prevenida a falha? – Mecanismos de deteção e prevenção
g)   Atribuição de um valor para a probabilidade de Deteção (D) de cada modo de falha
h)   Cálculo do Número de Prioridade de Risco (NPR) ou Risk Priority Number (RPN) para cada modo de falha (produto da Gravidade, Ocorrência e Deteção: NPR = G x O x D)
i)     Ações corretivas propostas para os modos de falha com elevado valor de RPN
j) Seleção das ações a implementar e cálculo do RPN e seus elementos após implementação das ações
PRINCIPAIS BENEFÍCIOS [3]
·        Permite sistematizar o processo de documentação das falhas nos produtos, processos e sistemas
·        Melhora o conhecimento sobre determinado produto ou processo
·        Possibilita uma redução de custos ao prevenir potenciais falhas
·        Facilita a alocação de recursos pela priorização das falhas com um maior risco associado