quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Benchmarking, 39ª Acção de imersão na metodologia BBP - Benchmarking e Boas Práticas


Realizou-se ontem em Lisboa a 39ª Acção de imersão na metodologia BBP - Benchmarking e Boas Práticas, acção que é dirigida a todos os que desejam ser reconhecidos pelo IAPMEI como Consultores Nacionais de Benchmarking (CNB).
Índice Português de Benchmarking (IBP) é uma ferramenta de apoio à gestão das PME's que permite a estas:
  - Avaliar o seu desempenho, comparativamente a um grupo ou sector de actividade;
 - Planear o futuro,  definindo e projectando acções que devam ser prioritárias, em função da identificação de pontos fortes e fracos.
 
 O CATIM tem colaborado com o IAPMEI desde 1997 na implementação do benchmarking e da metodologia BBP desde a sua criação, não só mantendo alguns dos seus quadros reconhecidos como CNB's e realizando exercícios em empresas, mas também  no apoio à realização das acções de imersão. 

Programa da Acção:

10:00 Abertura
Helena Moura, IAPMEI

10:30 A Metodologia BBP
Francisco Alba e Marta Mendes, CATIM

10:45 pausa para Café

11:00 Apresentação de caso simulado
Marta Mendes, CATIM

12:00 FAQ's e Condições de utilização do IBP
Alexandra Alvarez, IAPMEI

12:30 Pausa para almoço

13:30 Demonstração da utilização dos Sistemas de Informação (acesso ao SI IBP)
Marta Mendes, CATIM

14:00 Trabalho de Grupo

16:00 Pausa para café

16:15 Análise dos trabalhos de grupo

17:30 Conclusões e encerramento
Helena Moura, IAPMEI
 
 
 Benchmarking
"Processo contínuo e sistemático que permite a comparação das performances das organizações e respectivas funções ou processos face ao que é considerado "o melhor nível", visando não apenas a equiparação dos níveis de performance, mas também a sua ultrapassagem"

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Ação de Demonstração - CEI - PRODUTECH, 13 de Novembro

 
 
Inscrições: geral@produtech.org
A participação é gratuita, estando sujeita a inscrição prévia.

Local: CEI - Rua dos Açores, 278, Zona Industrial das Travessas, 3700-018 S. João da Madeira
(GPS: 40º54'11.68"N 8º28'49.02"W)

Este evento insere-se num conjunto de ações de demonstração, a decorrer em ambiente industrial, das soluções desenvolvidas no âmbito dos Projetos Mobilizadores PRODUTECH PSI e PRODUTECH PTI, os quais, incorporando um elevado grau de colaboração - entre empresas que desenvolvem tecnologias de produção, as suas utilizadoras e entidades do sistema científico e tecnológico, corporizam o Projeto Âncora Investigação, Desenvolvimento e Demonstração do Polo PRODUTECH.
Esta ação a decorrer na empresa CEI apresentará os resultados e soluções desenvolvidas ao nível da:
- Formação Interativa e da Gestão da Manutenção, da área temática Sistemas de Produção Inteligentes;
- Gestão da Disponibilidade de Sistemas de Produção;
- Ecodesign e Ecoeficiência na conceção e desenvolvimento de equipamentos;
- Conceção de Sistemas Multi-operação;
- Robótica Flexível, nomeadamente de solução desenvolvida para a Indústria do Calçado.

Projectos Mobilizadores PRODUTECH


FPME: Os criadores de inovação que ajudam a exportar


Fonte: revista invest
http://www.revistainvest.pt/pt/Os-criadores-de-inovacao-que-ajudam-a-exportar/A792

Maria Alice Monteiro é perentória: participar no programa Formação PME da AEP - Associação Empresarial de Portugal foi determinante para a sua empresa conseguir mais mercados internacionais e também teve influência na criação de novos produtos.
...
Quanto à sua participação, Maria Alice Monteiro explica que o convite surgiu por parte do CATIM (Centro de Apoio Tecnológico à Industria Metalomecânica). E que, como a Metalomecânica Vítor Monteiro fez investimentos recentes (tem novos equipamentos e uma nova unidade fabril), “as áreas de intervenção identificadas vêm todas nesse sentido, o de tornar a Metalomecânica Vítor Monteiro uma empresa com um carácter cada vez mais internacional e exportador”.
... (continua)

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Aços inoxidáveis duplex - fases secundárias e intermetálicas


 

Devido ao seu elevado teor em elementos de liga, os duplex, demonstram uma eminente propensão à formação de fases secundárias. O efeito da precipitação de algumas destas fases, nas suas propriedades mecânicas e de resistência à corrosão pode ser desastroso.
As fases secundárias mais vulgarmente formadas são a fase σ, os nitretos de crómio e a austenite secundária. A fase σ é provavelmente a fase secundária mais prejudicial às características dos duplex.
Esta fase intermetálica pode formar-se mesmo em ligas de muito baixo crómio e a interface ferrite/ austenite é um local preferencial da sua nucleação.
Os ensaios descritos na norma ASTM A923 – métodos de ensaio normalizados para detecção de fases intermetálicas em aços inoxidáveis duplex, permitem detectar a presença de fases intermetálicas em aços inoxidáveis duplex para deformação plástica.
O método A baseia‑se numa análise metalográfica antecedida por um ataque electrolítico com NaOH para identificar as amostras livres destas fases, segundo um critério de aceitação baseado na espessura das fronteiras de grão austenítico. Este método pode preceder os métodos B e C como forma de rastreio.
O método B descreve um procedimento para conduzir o ensaio de Charpy como um método de detecção de precipitação de fases intermetálicas em aços inoxidáveis duplex. Este procedimento aqui aplicado é diferente do habitualmente aplicado para caracterização do material.
O método C estabelece um procedimento de imersão da amostra numa solução ácida, oxidante, de FeCl3 durante 24h horas a temperaturas entre os 22°C e 40°C, conforme o material a ensaiar. Após ensaio a amostra é observada para identificação de ocorrência de eventual ataque localizado e determinada a sua perda de massa com uma precisão não inferior a 0,001 g.

Joana leal
Laboratório de Ensaios - Metalografia



Ver "posts" anteriores:
Aços Inoxidáveis Duplex - parte I
Os Aços Inoxidáveis Duplex, Superduplex e Hiperduplex  (Parte II)





quinta-feira, 6 de novembro de 2014

CATIM, parceiro das empresas na implementação de sistemas de gestão da qualidade

Começamos em 1990, com a criação da Unidade da Qualidade.
Em 2015, faremos 25 anos...
Algumas curiosidades... No início dos anos 90 fazia parte das condições incluídas na nossa proposta comercial, o compromisso da empresa adquirir um PC compatível e dar formação interna para que pudesse "absorver" os procedimentos da qualidade e fazer os necessários registos e tratamento da informação relativo à sua gestão. Já nessa época promovíamos a utilização de indicadores de gestão relativos ao desempenho do sistema e a utilização de procedimentos simples baseados em fluxogramas... Em muitas empresas com que trabalhamos, o primeiro "PC compatível" entrou pela qualidade...
 
Centenas de empresas, em especial PME's e na sua maioria do sector metalúrgico e metalomecânico contaram nestes já longos anos, com a colaboração da equipa do CATIM (actualmente designada como Unidade da Qualidade e Inovação) para a definição e implementação do sistema de gestão da qualidade e posterior certificação. Se somarmos a estas empresas, as que solicitaram auditorias internas da qualidade e as que colocaram os seus colaboradores em acções de formação no domínio da qualidade promovidas pelo CATIM, e as que participaram nos diversos projectos industrialmente orientados como a Formação PME ou no âmbito do benchmarking, com consequentes intervenções no domínio da qualidade, a conta será bem mais volumosa...
No sector industrial, em especial no sector da metalomecânica (nos diversos subsectores, por exemplo o automóvel) ou de serviços (serviços de apoio à indústria, laboratórios, saúde, distribuição, desenvolvimento de software, etc) , em micro ou médias organizações,  aceitamos o desafio, fazemos equipa com as empresas e ajudamos a definir um plano de acção que responda às suas expectativas e necessidades.
Implementar um sistema de gestão da qualidade não se reduz a "vestir" a norma de referência... É um fato à medida... sendo necessário perceber a empresa, os seus processos, as suas necessidades, os desafios, a sua cultura, as suas pessoas...os seus clientes, e as boas prácticas que andam por aí...
Quando se implementa um sistema de gestão desafia-se e ajuda-se a empresa reflectir, e a inovar... É uma oportunidade de ouro que não se pode perder!
Se necessita de implementar um sistema de gestão da qualidade, contacte-nos!
 
 
Serviços da Unidade da Qualidade e Inovação:

Sistemas de Gestão
 
Qualidade ISO 9001, ISO/TS 16949,
Qualidade ISO/IEC 17025, ISO/IEC 17020
Inovação NP 4457
Ambiente ISO 14001 *
Segurança OHSAS 18001 / NP 4397 *
Sistemas integrados *
Apoio à certifcação e acreditação
Auditorias da qualidade
Sistemas de controlo interno de fabrico no âmbito da Marcação CE e boas práticas de fabrico (Exemplo no âmbito da EN 1090)
Indicadores de avaliação dos processos
Conceção / integração com BSC (Balanced Score Card)
Políticas e alinhamento estratégico dos sistemas de gestão de micro e pequenas empresas
Partilha da gestão dos sistemas de gestão
 
 
Melhoria da produtividade e qualidade
Organização do posto de trabalho e ergonomia
 
Optimização de Layouts
Ferramentas de melhoria da produtividade e qualidade
5 S's, SPC, FMEA, KANBAN, Lean Manufacturing, 6 SIGMA e Milk Run, Just in time
Grupos de melhoria
 
 
catim@catim.pt    telefone: 226 159 000

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Caracterização estrutural de aços inoxidáveis duplex


 

Um aço inoxidável duplex apresenta uma microestrutura constituída por duas fases: ferrite e austenite. A previsão e o controlo do teor em ferrite são vitais à aplicação com sucesso dum aço inoxidável duplex.
Os aços inoxidáveis duplex possuem excelentes características de resistência mecânica, soldadura e resistência à corrosão. Um teor de ferrite inferior a 25 % diminui a resistência à corrosão sob tensão e um teor em ferrite superior a 70 % diminui a tenacidade do material e a resistência à corrosão por picadas.
Nos aços inoxidáveis duplex o teor de ferrite depende essencialmente da composição química e do tratamento térmico aplicado.
A sua quantificação deve ser realizada como um meio de controlo do material e qualquer desvio deve originar uma verificação extra das suas propriedades.
Esta quantificação poderá ser realizada utilizando a norma ASTM E562 - determinação da fracção volúmica de um constituinte de uma liga.
Pelo método manual de contagem sistemática de pontos, a determinação da fracção volumétrica de uma determinada fase presente na microestrutura, é feita através da aplicação de uma rede sobre a imagem da microestrutura, e contando-se o número de pontos coincidentes entre a rede e a fase em estudo.

Joana leal
Laboratório de Ensaios - Metalografia


Ver "posts" anteriores:
Aços Inoxidáveis Duplex - parte I
Os Aços Inoxidáveis Duplex, Superduplex e Hiperduplex  (Parte II)

 NOTA: hoje comemora-se o Dia Mundial dos Materiais

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Dia Mundial dos Materiais, 05 de Novembro

 
A Ordem do Engenheiros, a SPM - Sociedade Portuguesa de Materiais e o Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica da Universidade de Aveiro vão comemorar o Dia Mundial dos Materiais 2014 (05 de Novembro).
Para mais informações:
http://www.ua.pt/demac/
http://www.spmateriais.pt/

Inscrições: demac-materiais2014@ua.pt




sexta-feira, 31 de outubro de 2014

MIDEST 2014, 4 a 7 de Novembro, Paris

 
A maior feira do mundo da subcontratação industrial!
 
 
Lista das empresas portuguesas com stand: aqui

Bons negócios!

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Os Aços Inoxidáveis Duplex, Superduplex e Hiperduplex (Parte II)



(continuação de "Os Aços Inoxidáveis Duplex - parte I")

O desenvolvimento dos superduplex foi mais um passo para ir ao encontro das exigências de uma indústria moderna que requer a utilização de materiais com elevado desempenho e baixo custo.
As principais características dos superduplex prendem-se com as suas elevadas resistências à corrosão e mecânica e a possibilidade de competir, em termos de custo, com outros materiais tais como os aços inoxidáveis superausteníticos e as ligas de níquel. Apesar da sua grande abrangência de aplicações e elevada resistência à corrosão a temperaturas próximas da temperatura ambiente, os superduplex, possuem algumas limitações no que diz respeito a temperaturas de trabalho elevadas. Houve, então, necessidade de desenvolver um novo material para suprir esta necessidade – o hiperduplex.
O objectivo principal do lançamento do hiperduplex foi a sua aplicação em ambientes que associam os elevados teores de cloretos e as temperaturas de trabalho elevadas, tais como, permutadores de calor refrigerados com água do mar e condensadores de topo onde a temperatura de operação e os teores de cloretos geralmente provocam corrosão; este duplex além de possuir uma resistência à corrosão mais elevada, em ambientes contendo cloretos, possui também uma acrescida resistência mecânica.
A utilização de hiperduplex pode traduzir-se numa enorme redução de custos a nível de manutenção industrial, uma vez que o período entre manutenções aumenta, significativamente, e porque pode competir com materiais bastante mais dispendiosos como as ligas de níquel ou o titânio.

Joana leal
Laboratório de Ensaios - Metalografia