quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Simpósio de Metrologia, 28 de Maio de 2014


Simpósio de Metrologia: link

Programa:
09:00 - Acolhimento dos participantes / entrega de documentação.
09:30 - Sessão de boas vindas.
10:00 - TEMA 1: Metrologia forense e criminal.
13:00 - Almoço.
14:00 - TEMA 2: Metrologia e segurança alimentar.
18:00 - Encerramento.



Comissão Organizadora:
Alexandre Lourenço (CATIM)
António Silveira Alberto
(ISEP)

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Termografia Nível 1 – Level I Thermography



Acção de Formação
 
Termografia Nível 1 – Level I Thermography Course
Objectivos
O curso fornece as competências base necessárias à certificação Level I Certified Termographer (Termógrafo Nível 1).
Neste curso serão abordados os conceitos base de infravermelhos, como utilizar uma câmara termográfica perante em situações diversas e para variados fins, como avaliar no terreno as melhores condições para realizar uma correcta medição, e identificar potenciais fontes de erros. O formando ficará habilitado para realizar inspecções com recurso à termografia por infravermelhos, seguindo procedimentos e elaborar relatórios de inspecção.

Destinatários
Curso destinado a técnicos com alguma experiência na utilização de câmaras termográficas e com conhecimentos básicos em termografia, e que pretendam obter a certificação Level 1 Termographer (Termógrafo nível 1).

Programa

Introdução à Termografia
· As aplicações da termografia no domínio dos sistemas eléctricos, sistemas mecânicos, medicina, edifícios e I&D.
· Panorâmica sobre a tecnologia das câmaras desde os sistemas iniciais aos modernos FPA;
· Utilização da câmara e o modo como a câmara converte radiação em imagem

Calor e Temperatura
· Calor e medição
· Medição da temperatura por contacto versus sem contacto
· Conversão de radiação em temperatura e transferência de calor

Teoria da transferência de calor, bases
· Definição de temperatura e sua medição,
· Termodinâmica, calor e temperatura transferência de calor, condução, convecção e radiação

Teoria da radiação, bases
· Leis científicas relacionadas com condução, convecção radiação, corpos-negros, transmissão, emissividade, reflectividade e calibração;
· Demonstrações práticas

Técnicas de medição
· Considerações sobre condições ambientais e atmosféricas incluindo distância, humidade, temperatura do ar e temperatura ambiente reflectida;
· Modo de medir e introdução à parametrização da câmara

Ferramentas de medição da câmara
· A medição com o ponto (cruz), linha, área, caixa, círculo, isotérmicas
· Alarmes específicos de ponto de orvalho e de isolamento

Familiarização com a câmara e o software
· Prática com a câmara com o auxílio de kits laboratoriais de simulação;
· Integração de imagens com o software “Reporting”,
· Realização de relatórios

Exame de certificação ITC

Os formandos que obtiverem aproveitamento no exame de certificação, receberão um certificado Level I Certified Termographer.

Carga Horária / Horário / Local
40 Horas / 9h00 às 18h00 / CATIM - Porto

Monitor: Eng. António Cardoso, CATIM
               Certified Thermographer Level III - ITC
               Licensed Instructor Level I - ITC

Mais informações e inscrições: 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Implementar um Sistema de Gestão da Qualidade NP EN ISO 9001



Acção de Formação
10, 12 e 17 de Março de 2014
 
CATIM, Porto
 
 
OBJETIVOS
- Conhecer os requisitos da Norma e implicações da sua implementação;
- Caracterizar os sistemas de gestão da qualidade bem como os restantes referenciais ISO 9000;
- Identificar as principais etapas de construção e implementação de um SGQ;
- Preparar o processo de certificação;
- Desenvolver projectos de melhoria da qualidade.

DESTINATÁRIOS
Responsáveis da Qualidade e/ou quadros envolvidos na implementação/melhoria do sistema da qualidade de micro, pequenas e médias empresas.

PROGRAMA
MÓDULO I - Introdução à Qualidade (3 Horas)
  • Conceitos fundamentais da Qualidade - histórico e na atualidade.
 
MÓDULO II - Sistema de Gestão da Qualidade - A Norma NP EN ISO 9001 (18 Horas):
  •       Princípios da Gestão da Qualidade
  • Abordagem por processos: Objectivos do processo, elencar actividades do processo, monitorização da eficácia, indicadores/métricas de produtividade e eficácia;
  • Dos requisitos da ISO 9001 à prática;
  •       A ISO 9004 e o seu contributo para a gestão e sustentabilidade das organizações;
  •       Estratégia para um Plano de implementação ISO 9001.
  •       Informação sobre a revisão da Norma ISO 9001 em curso (prevista nova edição em 2015): ponto de situação e perspectivas.

CARGA HORÁRIA | HORÁRIO | LOCAL

21 Horas | 9H30 às 17h30

Formação a cargo de especialistas da Unidade da Qualidade e Inovação do CATIM

Informações completas e inscrições:  formaçao@catim.PT

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Sistema de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho

Acção de Formação
 
10, 12, 17, 19, 24, 26 e 31 de Março
2, 7, 9 de Abril de 2014
 
CATIM, Porto

OBJETIVOS:
No final da ação os formandos deverão ser capazes de:
 - Conhecer e interpretar os requisitos dos referenciais disponíveis em matéria de SGSST (Guia OIT,OHSAS 18001 e NP 4397);
- Conceber, implementar e manter um Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional

DESTINATÁRIOS:
Quadros médios e superiores de organizações. Colaboradores que na estrutura da organização detenham responsabilidades na gestão e controlo da Segurança e Saúde Ocupacional.


PROGRAMA:
MÓDULO I (4H) - Enquadramento da gestão da segurança e saúde no trabalho:
- Conceitos gerais sobre higiene, segurança e saúde no trabalho;
- Enquadramento ao nível nacional e internacional;
- Legislação de higiene, segurança e saúde no trabalho.

MÓDULO II (18H) - Sistemas de gestão da segurança e saúde no trabalho (SGSST):
- Directrizes práticas da OIT “Guidelines on occupational safety and health management Systems ILO-OSH 2001”;
- Outros referenciais: OHSAS 18001 e NP 4397;
- Implementação de SGSST;
- Aspectos práticos da avaliação de riscos;
- Aspectos práticos da avaliação do desempenho do SGSST;
- Elaboração de procedimentos.

MÓDULO III (8H) - Auditorias de higiene, segurança e saúde no trabalho:
- Abordagem às Auditorias;
- Exercícios práticos;
- Processo de Certificação.

CARGA HORÁRIA | HORÁRIO:
30 Horas | 18h30 às 21h30
 
NOTA: Curso reconhecido pela ACT para garantir a actualização científica e técnica prevista no artigo 8º da Lei 42/2012, para a manutenção do título profissional de Técnico Superior de Segurança no Trabalho.
 
 
Mais informações e inscrições: formação@catim.PT

Colaboração no post: Patrícia Fernandes, Serviço de Formação

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Introdução à Norma EN ISO 13489 “Safety of Machinery – Safety Related Parts of Control Systems

Acção de Formação
 
20 de Fevereiro de 2014, 9:00H às 18:00H
 
CATIM, Porto

Enquadramento:
A norma EN ISO 13849-1, editada desde 01 de Outubro de 2012, implica alterações significativas no modo como são concebidos os circuitos de comando associados às funções de segurança, tendo muitos fabricantes sentido que a sua aplicação é morosa e complexa.
Pretende-se com esta formação, facilitar a compreensão e aplicação desta norma.

Objectivos: no fim da acção os formandos deverão ser capazes de aplicar a metodologia prevista na norma EN ISO 13849, quando concebem circuitos de comandos associados a funções de segurança.

Destinatários: responsáveis pela concepção de circuitos de comando de máquinas

Programa:


1. Introdução à Norma EN ISO 13849-1
- Determinação do nível de desempenho requerido (PLr)
- Arquitectura do sistema de comando associado à função de segurança
- Conceitos de:
        - Mean Time to Dangerous Failure, MTTFd
        - Diagnostic Coverage, DC
        - Common Cause Failure, CCF
- Determinação  do nível de desempenho (PL)

2. Casos prácticos


Formação a cargo da Unidade de Engenharia e Segurança de Máquinas do CATIM.
Mais informações e inscrições:

Colaboração no post: Patrícia Fernandes, Serviço de Formação

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Eficiência Energética das Máquinas-Ferramenta



Decorreu no passado dia 23 na CECIMO - European Association of Machine Tool Industries, em Bruxelas, mais uma reunião do EEWG - Energy Efficiency Working Group (EEWG).
A reunião contou com a presença de representantes de Associações de fabricantes de máquinas ferramenta de nove países (Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, França, Itália, Portugal, Suíça e Reino Unido). A AIMMAP fez-se representar neste grupo de trabalho pelo Eng. Alberto Fonseca da Unidade de Engenharia e Segurança de Equipamentos do CATIM.
A definição de uma iniciativa de Auto-regulação no âmbito da Directiva “ErP” (Energy related Products, 2009/125/CE) no sector das Maquinas ferramenta, foi o principal assunto da reunião.
Importa referir que o calendário da Comissão Europeia prevê que a regulamentação da eficiência energética das máquinas ferramenta, por via da Iniciativa de Auto regulação levada a cabo pela CECIMO, ou pela publicação de medidas de execução por parte da Comissão Europeia, esteja decidida no primeiro trimestre de 2015.
Face às metas de eficiência e de redução energética já definidas para serem atingidas em 2020 pelo sector industrial, este assunto é maior importância para os fabricantes de máquinas-ferramenta, quer pela dificuldade de se atingirem tais desempenhos, quer pela dificuldade de se estabelecerem métodos normalizados de medição e avaliação. 

O CATIM tem acompanhado a questão da eficiência energética das máquinas deste o início, podendo dar um contributo importante aos fabricantes de máquinas para que consigam conceber máquinas mais eficientes.
Sobre este tema p.f. contactar: Unidade de Engenharia e Segurança de Máquinas
 
 
Colaboração no post: eng. Alberto Fonseca, Unidade de Engenharia e Segurança de Equipamentos

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Norma NP ISO 21500 - Linhas de Orientação sobre a gestão de projetos

Esta norma proporciona uma orientação abrangente para a gestão de projetos e pode ser utilizada por qualquer tipo de organização e para qualquer tipo de projeto, independentemente da sua complexidade, dimensão ou duração.
Fornece uma descrição de alto nível dos conceitos e processos que são considerados para formar uma boa prática de gestão de projetos.

Projeto é um conjunto único de processos consistindo em atividades coordenadas e controladas com datas de início e de fim, desenvolvidas para alcançar um objetivo.

Gestão de projetos é a aplicação de métodos, ferramentas, técnicas e competências num projeto. A gestão de projetos é realizada através de processos.

A Norma NP é idêntica à versão da ISO 21500:2012, "Guidance on Project management", tendo sido preparada pela CT175 "Gestão de Projetos", cujo ONS é a APOGEP

IPQ

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Gestão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação


 
 Acaba de ser  lançado o programa Horizonte 2020, a maior iniciativa de apoio à investigação e desenvolvimento concebido pela União Europeia com um envelope financeiro de € 74,9 bil durante 2014 - 2020, que tem como objectivo de fazer a Europa um polo de excelência e desenvolvimento.
Este programa é o instrumento financeiro para implementar a Innovation Union, uma das iniciativas europeias Europe 2020 strategy.
A inovação garante benefícios  para os cidadãos, consumidores e trabalhadores da União Europeia. Acelera e incrementa o modo como somos capazes de conceber, desenvolver, produzir e aceder a novos produtos, processos industriais e serviços. É a chave  para criar novos empregos, construir uma sociedade mais verde e melhorar a nossa qualidade de vida, mantendo simultaneamente a nossa competitividade no mercado global.

As empresas, em especial as PME's, deverão fazer parte deste amplo movimento de inovação, podendo não só procurar oportunidades na participação em projectos ao abrigo do programa Horizonte 2020 (a AIMMAP organizou esta segunda-feira, dia 27 uma sessão de apresentação e promoção deste programa), como também "inovar-se" ao nível dos seus sistemas de gestão, incorporando conceitos e práticas potenciadoras da própria inovação.
Um bom documento de orientação é a  Norma NP 4457: 2007 - Gestão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação - Requisitos do sistema de gestão de IDI, que permite às empresas desenvolverem e implementarem uma Política de IDI, com o objectivo de aumentar a eficácia do desempenho inovador, considerando todos os tipos de inovação: Produto, Processo, Organizacional e de Marketing.
Esta norma está alinhada com as Normas da Gestão da Qualidade e Gestão Ambiental, NP ISO 9001 e NP EN ISO 14001 respectivamente, o que facilita imenso a sua adopção e permite dar um valor acrescentado significativo aos sistemas de gestão aí definidos.

Um das empresas com sistema de gestão IDI implementado (e certificado) é OPT - Optimização e Planeamento de Transportes, PME, com a qual o CATIM teve a oportunidade de colaborar, apoiando a definição e implementação de um sistema de gestão da qualidade e de IDI. Além de poder apoiar as empresas a implementar um sistema de gestão de IDI, o CATIM realiza também auditorias internas com base no mesmo referencial.
Se necessitar de apoio para implementar um sistema de gestão de IDI ou realização de diagnóstico ou auditoria com base no referencial NP 4457, queira p.f. contactar a Unidade da Qualidade e Inovação do CATIM.

Inovação corresponde à implementação de uma nova ou significativamente melhorada solução para a empresa, novo produto, processo, método organizacional ou de marketing, com o objectivo de reforçar a sua posição competitiva, aumentar o desempenho , ou o conhecimento.
(NP4456 – 2007, adaptado de OCDE-2005)

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Introdução à Norma EN ISO 13489 “Safety of Machinery – Safety Related Parts of Control Systems”

Acção de Formação
 
20 de Fevereiro de 2014, 9:00H às 18:00H
 
CATIM, Porto

Enquadramento:
A norma EN ISO 13849-1, editada desde 01 de Outubro de 2012, implica alterações significativas no modo como são concebidos os circuitos de comando associados às funções de segurança, tendo muitos fabricantes sentido que a sua aplicação é morosa e complexa.
Pretende-se com esta formação, facilitar a compreensão e aplicação desta norma.

Objectivos: no fim da acção os formandos deverão ser capazes de aplicar a metodologia prevista na norma EN ISO 13849, quando concebem circuitos de comandos associados a funções de segurança.

Destinatários: responsáveis pela concepção de circuitos de comando de máquinas

Programa:


1. Introdução à Norma EN ISO 13849-1
- Determinação do nível de desempenho requerido (PLr)
- Arquitectura do sistema de comando associado à função de segurança
- Conceitos de:
        - Mean Time to Dangerous Failure, MTTFd
        - Diagnostic Coverage, DC
        - Common Cause Failure, CCF
- Determinação  do nível de desempenho (PL)

2. Casos prácticos


Formação a cargo da Unidade de Engenharia e Segurança de Máquinas do CATIM.
Mais informações e inscrições:

Colaboração no post: Patrícia Fernandes, Serviço de Formação

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

DNP ISO Guia 73 - Gestão do Risco - Vocabulário

Este guia, editado em Maio de 2011, é a versão portuguesa do ISO Guide 73:2009.
Este documento fornece as definições dos termos genéricos relativos à gestão do risco e tem como objectivos encorajar a compreensão mútua e alcançar uma abordagem coerente para a descrição das actividades relativas à gestão do risco, assim como uma utilização  uniforme de uma terminologia de gestão de risco nos processos e estruturas relacionadas com a gestão do risco.
A norma de referência tomada em consideração neste guia foi a ISO 31000: 2009.
A abordagem da gestão risco apresenta muitas vezes significativas diferenças em termos dos conceitos e terminologia conforme a área ou actividade em que se insere, pelo que a tentativa de harmonização e de melhorar a compreensão entre todos os agentes se acaba por justificar plenamente.
Contribua no seu domínio ou sector de actividade para a adopção das normas ou guias da gestão do risco!
Alguns exemplos de definições relevantes que constam neste documento:

Risco: efeito da incerteza na consecução dos objectivos

Nota 1: um efeito é um desvio, positivo ou negativo, relativamente ao esperado

Nota 2: os objectivos podem ter diferentes aspectos (financeiros, de saúde e segurança, ambientais, entre outros) e podem ser aplicados a diferentes níveis (estratégico, em toda a organização, de projecto, de produto e de processo)

Nota 3: o risco é frequentemente caracterizado pela referência aos eventos potenciais e consequências ou à combinação de ambos.

Nota 4: o risco é frequentemente expresso como a combinação das consequências de um dado evento e a respectiva probabilidade

Nota 5: a incerteza é o estado, ainda que parcial, de deficiência de informação relacionado com a compreensão ou conhecimento de um evento, sua consequência ou probabilidade.

Apreciação do Risco: processo global de identificação do risco, de análise do risco e de avaliação do risco

Verosimilhança: possibilidade de algo ocorrer

Nota 1: na terminologia da gestão do risco, a palavra verosimilhança é utilizada para indicar a possibilidade de algo ocorrer, quer essa possibilidade seja definida, medida ou determinada de forma objectiva ou subjectiva, qualitativa ou quantitativamente, e descrita utilizando termos gerais ou matemáticos (como uma probabilidade ou frequência)

Gestão do Risco: actividades coordenadas para dirigir e controlar uma organização no que respeita ao risco.