quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Visita ao CATIM dos alunos do MIEMM da FEUP




Alunos do 3º ano do MIEMM - Mestrado Integrado em Engenharia Metalúrgica e de Materais da FEUP, acompanhados dos professores Drª Elsa Sequeiros e Engª Clarissa Hadad de Melo, visitaram o Laboratório de Ensaios e o Laboratório de Metrologia das Temperaturas do CATIM- Porto no passado dia 9.
Coube à Engª Joana Leal do CATIM fazer as honras da casa, acompanhando toda a visita destes alunos.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

5ª reunião plenária do ISO/TC 291, e respetivo WG 1 - Aparelhos Domésticos para cozinhar


Realizou-se na sede da Canadian Standards Association (CSA) em Toronto nos passados dias 18, 19 e 20 de setembro, a 5ª reunião plenária do ISO/TC 291, e respetivo WG 1,  que tratam da elaboração da norma para Aparelhos domésticos para cozinhar.
Nessa reunião foi finalizada a análise dos comentários recebidos na fase de ISO/CD à parte 1 da norma, ISO 21363-1 (Requisitos gerais) e iniciada a análise dos documentos base para as partes 2 (ISO 21364-21 para mesas de trabalho e grelhadores de superfície, e ISO 21364-22 para fornos e grelhadores em compartimentos).
Portugal (Instituto Português da Qualidade) esteve representado pela Engª Elisa Costa, Presidente da CT 36, comissão técnica de normalização coordenada pelo ONS Catim.
As próximas reuniões do WG 1 ficaram agendadas para Abril e Setembro do próximo ano.



segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Folha de verificação


O QUE É?
Uma folha de verificação é uma ferramenta da qualidade utilizada para o levantamento de dados sob a forma de uma tabela. Consiste numa listagem de itens e a respetiva contagem das ocorrências [1].
Apesar da sua simplicidade, as folhas de verificação são extremamente úteis para melhorar processos e solucionar problemas [2]. São habitualmente utilizadas como uma ferramenta de auxílio para a elaboração de Histogramas e Diagramas de Pareto.
A sua utilização permite uma sistematização do processo de recolha de dados e facilita o controlo da inspeção (i.e. se todas as inspeções foram realizadas, a frequência com que um determinado problema ocorre, os problemas mais comuns...).

COMO ELABORAR?
1.   Definir os objetivos da recolha de dados
2.   Determinar o tipo de folha de verificação a utilizar: Em função dos objetivos, a estrutura da folha de verificação poderá diferir. Existem folhas de verificação de processos e de defeitos (estratificadas e de localização).
3.   Elaborar uma folha de verificação clarificada: As folhas de verificação devem ser preenchidas com facilidade e conter informações como: Nome do responsável (inspetor), Data de preenchimento, Total inspecionado, Estágio de Verificação, Secção, entre outros.
4.   Consciencializar as pessoas: Consciencializar as pessoas envolvidas na recolha de dados sobre a importância do correto preenchimento do formulário, instruindo-as.
5.   Informar sobre a recolha de dados: Informar todas as pessoas envolvidas no processo sobre onde, quando e como será feita a recolha dos dados.
6.   Testar o modelo da folha de verificação: Aplicar a folha de verificação como ferramenta de recolha de dados e identificar eventuais oportunidades de melhoria.

PRINCIPAIS BENEFÍCIOS
·        Ferramenta simples passível de ser utilizada pelos operadores
·        Facilita a identificação das causas de um problema
·        Permite a sistematização do processo de recolha de dados

BIBLIOGRAFIA
[1] Pyzdek, T. (2003). The six sigma handbook. New York, NY: McGraw-Hill Education;
[2] McQuater, R., Scurr, C., Dale, B., Hillman, P. (1995). Using quality tools and techniques successfully. The TQM Magazine. Vol. 7(6), pp.37-42.

Nota: post publicado com a colaboração de Daniela Meira da Unidade da Qualidade e Inovação


quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Seminário CATIM na EMAF 2018, 22 de Novembro!




Seminário CATIM:

“Capacitar a Indústria, reforçar a competitividade e potenciar o crescimento baseado no conhecimento e inovação"

Programa a divulgar brevemente!



terça-feira, 9 de outubro de 2018

Reunião plenária e de grupos de trabalho do ISO/TC 232 – Learning Services Outside Formal Education



Reunião plenária e de grupos de trabalho do ISO/TC 232 – Learning Services Outside Formal Education

A Doutora Cláudia Fernandes do CATIM participou enquanto chefe de Delegação de Portugal em representação do IPQ na reunião plenária do ISO/TC 232 – Learning Services Outside Formal Education, que se realizou em Hangzhou na China nos dias 17 a 21 de setembro. Participou ainda, enquanto perita técnica CATIM nas reuniões dos grupos de trabalho e grupos AdHoc da mesma Comissão Técnica – WG4 - Educational Assessment outside the formal Sector, WG5 – Terminology, WG6 - Distance learning services, AHG 2 - Feedback on ISO 21001 e AHG 3 - Communication strategy.

Estão em trabalho diversos documentos e referenciais relacionados com a educação e formação ao longo da vida, quer no campo da certificação de serviços quer na certificação de sistemas de gestão . Atualmente foi proposto um alargamento do âmbito desta comissão técnica, passando a mesma a abranger todas as tipologias de formação desde a formal, à não formal e à informal.



segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Diagrama de Gantt




O QUE É?
O diagrama de Gantt, desenvolvido em 1917 por Henry Gantt [1], é um gráfico que mostra a distribuição das tarefas de um projeto numa escala temporal. Como tal, é uma ferramenta utilizada no planeamento e gestão de projetos [2].
Como se observa na imagem, o eixo horizontal do gráfico contém a escala temporal (dias, semanas, meses, etc.) e no eixo vertical encontram-se mencionadas as atividades do projeto. As barras mostram o início e duração estimada das diversas atividades [3].
Atualmente, os gráficos de Gantt podem ser utilizados para mostrar o estado atual da atividade, através de barras sombreadas em proporção ao grau de conclusão, com a respetiva percentagem – Gráficos de Gantt de progresso [4].
Existe ainda outro tipo de gráfico de Gantt que mostra a interligação e dependência entre as atividades – Gráfico de Gantt de ligação [5].

PRINCIPAIS BENEFÍCIOS
·        Ferramenta visual para planeamento das atividades de um projeto
·        Definição clara da escala temporal
·        Visualização do calendário de atividades e acompanhamento do seu progresso
·        Facilita a alocação de recursos às diversas atividades

BIBLIOGRAFIA
[1] Gantt, H. L. (1910). Work, Wages and Profit, published by The Engineering Magazine;
[2] Saunders, M., Lewis, P., & Thornhill, A. (2009). Research methods for business students. Pearson education;
[3] Pyzdek, T. (2003). The six sigma handbook. New York, NY: McGraw-Hill Education. pp. 3;
[4] Klein, R. (1999). Scheduling of Resource-Constrained Projects. Operations Research/Computer Science Interfaces Series. Springer US;
[5] Flouris, Triant G.; Lock, Dennis (2012). Managing Aviation Projects from Concept to Completion. Ashgate Publishing Limited.

Nota: post publicado com a colaboração de Daniela Meira da Unidade da Qualidade e Inovação

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Reunião plenária CEN TC 242 – WG13 e a Norma EN15700




Participaram 13 pessoas em representação de 5 países, Áustria, França, Itália, Portugal e Suíça. com origem em instituições de normalização, organismos notificados, organismos de inspeção e construtores de instalações por cabo para o transporte de pessoas e de tapetes rolantes destinados a serem usados em atividades de desportos de inverno e de lazer.
O CATIM esteve presente, representado pelo eng. Alberto Fonseca da Unidade de Engenharia e Segurança de Equipamentos e da Unidade de Certificação de Produtos.

Esta reunião teve como tema principal a revisão da norma EN 15700Sécurité des tapis rolants pour les activités de sports d’hiver ou de loisirs, com vista à elaboração de um novo prEN 15700

Porquê a Norma EN15700?

A instalação de tapetes rolantes em zonas de desportos de inverno e de lazer tem proliferado desde há pouco mais de 10 anos. Os números conhecidos indicam que estes equipamentos, inicialmente pequenos e utilizados em escolas de ski, passaram de cerca de 40 m de extensão para mais de 60 m e existe uma grande procura para tapetes de maior extensão e mais rápidos. Em frança entre 2004 e 2016 o número deste tipo de equipamentos instalados passou de 10 para 420. Entre estes contam-se os de alta velocidade que, no mesmo período, passaram de zero para 60 tapetes em funcionamento na qule país.
A rápida evolução da procura e a ocorrência de alguns (não muitos) acidentes graves, pelo menos um dos quais mortal, sobretudo com crianças, levou a França a publicar regulamentação e normalização própria sobre segurança destas máquinas, a qual tem servido de base ao desenvolvimento da norma europeia de que se ocupa o WG13.
Embora exista normalização europeia sobre tapetes rolantes para transporte de pessoas (CEN/TC 148 - continuous handling equipment and systems - safety) entendeu-se ser necessário desenvolver uma norma tipo C especificamente aplicável aos equipamentos destinados a serem instalados em zonas de desportos de inverno, ski e outros, ou de lazer, as quais pela especificidade da utilização dada aos mesmos gera riscos não estão cobertos pela normalização de segurança de máquinas publicada pelo CEN/TC 148.

Revisão da norma EN 15700
Esta, norma tem a particularidade de ser elaborada no âmbito de aplicação da diretiva máquinas, prevendo-se que venha a ser harmonizada nesse mesmo âmbito, mas sob um mandato atribuído ao CENTC 242 Sécurité des installations de transport à câbles destinées aux personnes, cujo secretariado é detido pela AFNOR. O grupo de trabalho responsável pela elaboração da norma é WG13 - Sécurité des tapis roulants.

A norma aborda os perigos associados às máquinas a que se refere. Considera dois tipos de tapetes e  trata os riscos comuns e específicos de cada tipo, a saber: Tapetes cuja velocidade é menor ou igual a 0,7 m.s-1, dita velocidade “normal” e outros, considerados de “alta velocidade”, que podem atingir até 1,2 m.s-1 e, por isso, considerados mais perigosos. Qualquer que seja o tipo de tapete a norma prescreve a necessidade de estar disponível a velocidade de 0,4 m.s-1, que deve ser selecionada sempre que esteja em causa o transporte de crianças.

Nota: Post publicado com a colaboração de Alberto Fonseca

terça-feira, 2 de outubro de 2018

"Approach for preventive maintenance planning of machine tool"




Este artigo, da autoria de Claudia Pires (CATIM), Prof.ª Isabel Lopes e Luís Basto (Universidade do Minho - UM) foi publicado no ebook ebook Volume 7: Transdisciplinary Engineering Methods for Social Innovation of Industry 4.0

Este artigo, que já tinha já sido apresentado no evento 25th International Conference on Transdisciplinary Engineering (TE2018) que se realizou nos passados dias 3 a 6 de junho, em Modena (Itália) apresenta o trabalho que tem sido desenvolvido no âmbito do projeto TECHPARTS I&D que é um projeto em copromoção, apoiado pelo Portugal 2020, que reúne 5 entidades (2 do sistema científico-tecnológico, CATIM e UM, e 3 empresariais, PRAGMASOFT, ETMA E GONAFE, que tem como intuito o desenvolvimento de um sistema de apoio à decisão para responder à necessidade de uma gestão mais eficaz da manutenção das ferramentas.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

FMEA - Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos



O QUE É?
A Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos (FMEA) é uma ferramenta de gestão do risco utilizada com o propósito de diminuir as falhas nos produtos, processos e sistemas. O objetivo é identificar, priorizar e analisar potenciais falhas [1], de forma a propor ações de melhoria e evitar a sua ocorrência.
Aparece como uma das técnicas de apreciação do risco da Norma NP EN 31010:2016 [2] e é uma das core tools da IATF 16949, daí que seja frequentemente utilizada na indústria automóvel [3].

TIPOS DE FMEA
Existem vários tipos de FMEA consoante o tipo de aplicação: FMEA de Produto (ou de conceção/design), FMEA de Sistema, FMEA de Processo, FMEA dos Serviços e FMEA de Software [3].
·      FMEA de Produto (DFMEA): Considera-se as falhas que poderão ocorrer no produto, que o possam tornar não conforme com as especificações do projeto.
·        FMEA de Processo (PFMEA): Considera-se as falhas que poderão ocorrer no planeamento do processo, de forma a evitar não conformidades do produto com as especificações do projeto.

COMO ELABORAR?
A análise FMEA pressupõe várias etapas:
1.     Definição do âmbito e objetivos de estudo
2.     Constituição da equipa (deve ser multidisciplinar)
3.     Caracterização do sistema/produto/processo em análise
4.     Decomposição do sistema/produto/processo em componentes ou etapas
5.     Definição da função de cada componente ou etapa
6.     Para cada componente ou etapa, elaborar o formulário FMEA de acordo com a sequência abaixo descrita (ver imagem):
a)   Como pode cada componente falhar? – Modos de falha
b)   Quais os efeitos potenciais desses modos de falha? – Efeitos das falhas
c)   Atribuição de um valor para a Gravidade (G) ou severidade de cada modo de falha, que consiste numa avaliação quantitativa da gravidade dos efeitos
d)   Que mecanismos podem produzir esses modos de falha? – Causas das falhas
e)   Atribuição de um valor para a probabilidade de Ocorrência (O) de cada modo de falha
f)    Como é detetada e prevenida a falha? – Mecanismos de deteção e prevenção
g)   Atribuição de um valor para a probabilidade de Deteção (D) de cada modo de falha
h)   Cálculo do Número de Prioridade de Risco (NPR) ou Risk Priority Number (RPN) para cada modo de falha (produto da Gravidade, Ocorrência e Deteção: NPR = G x O x D)
i)     Ações corretivas propostas para os modos de falha com elevado valor de RPN
j) Seleção das ações a implementar e cálculo do RPN e seus elementos após implementação das ações
PRINCIPAIS BENEFÍCIOS [3]
·        Permite sistematizar o processo de documentação das falhas nos produtos, processos e sistemas
·        Melhora o conhecimento sobre determinado produto ou processo
·        Possibilita uma redução de custos ao prevenir potenciais falhas
·        Facilita a alocação de recursos pela priorização das falhas com um maior risco associado

BIBLIOGRAFIA
[1] Omdahl, T. P. (1988). Reliability, availability and maintainability dictionary, American Society for Quality;
[2] IPQ - Instituto Português da Qualidade (2016). NP EN 31010:2016. Gestão do risco – Técnicas de apreciação do risco;
[3] Stamatis, D. H. (2003). Failure mode and effect analysis: FMEA from theory to execution. ASQ Quality Press

Nota: post publicado com a colaboração de Daniela Meira da Unidade da Qualidade e Inovação

terça-feira, 25 de setembro de 2018

ObservTech - Sessões Técnicas CATIM, Outubro!




17 de Outubro, 14:30 - 17:39
 "Apreciação de riscos nos novos referenciais dos Sistemas de Gestão de Qualidade"

23 de Outubro, 9:30 - 12:30
"Tendências e desafios na avaliação da conformidade"

25 de Outubro, 14:30 - 17:30
"Diretiva Máquinas – Novos Desafios"

31 de Outubro - "Economia Circular – Desafios para a Indústria"




Mais informações e inscrições (grátis):
Telefone: 226159000
joana.magalhaes@catim.pt

Nota: envie-nos um mail com indicação das sessões em que se deseja inscrever.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Brainstorming


O QUE É?

O brainstorming é uma técnica de dinâmica de grupo através da qual um grupo de cerca de 12 pessoas partilha ideias sobre um determinado tópico [1]. O objetivo é incentivar a uma discussão aberta, sem críticas, de forma a gerar ideias criativas sobre potencias produtos, serviços ou soluções para um dado problema.
A técnica foi popularizada em 1953 pelo publicitário executivo Alex Faickney Osborn, no seu livro Applied Imagination. Frustrado pelo facto dos seus funcionários não terem ideias inovadoras para a criação de novas campanhas publicitárias, Osborn começou a realizar sessões em grupo para partilha de ideias e notou uma melhoria significativa na qualidade das propostas dos colaboradores. Entretanto, o conceito foi popularizado pelo mesmo como Brainstorming [1,2].
A técnica compreende três fases fundamentais e rege-se por dois princípios fundamentais.

AS 3 FASES

1. Geração de ideias: Os participantes geram novas ideias ou soluções em torno de um domínio específico de interesse, sem críticas nem julgamentos. Todas as ideias são anotadas.

2. Esclarecimento: Esclarecem-se eventuais dúvidas e/ou detalhas sobre as ideias propostas.

3. Avaliação: As ideias são avaliadas e selecionam-se as melhores e mais promissoras.

PRINCÍPIOS

Osborn enunciou dois princípios fundamentais [1] para o sucesso do Brainstorming:
Adiar o julgamento – sem julgamentos, os participantes sentem-se mais à vontade para gerar ideias criativas.
Alcançar a quantidade – quanto mais ideias forem propostas, maior a probabilidade de encontrar uma boa ideia.

RECOMENDAÇÕES

Para melhorar a eficácia do Brainstorming devem seguir-se as seguintes recomendações [3]:
• Dar importância e considerar as ideias de todos os participantes
• As sessões devem ter pausas para que os participantes tenham tempo para pensar em novas ideias conforme o decorrer da sessão
• Evitar pressões sobre os participantes, visto que isso poderá comprometer a qualidade das ideias propostas
• A sessão deve ser facilitada por intermédio de um líder que coordene o grupo e que tenha capacidade para motivar as pessoas

BIBLIOGRAFIA
[1] Osborn, A. F. (1963) Applied imagination: Principles and procedures of creative problem solving (Third Revised Edition). New York, NY: Charles Scribner’s Sons;
[2] Lehrer, J. (2012, Jan 30). GroupThink. The New Yorker. Disponível em <https://www.newyorker.com/magazine/2012/01/30/groupthink>;
[3] Forsyth, D. R. (2018). Group Dynamics. USA: Cengage Learning. 7th ed.

Nota: post publicado com a colaboração de Daniela Meira da Unidade da Qualidade e Inovação

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Novo Serviço do CATIM no âmbito do Ambiente: realização de auditorias de pós-avaliação no âmbito de procedimentos de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA).

Novo Serviço do CATIM no âmbito do Ambiente!

Verificador qualificado de pós avaliação de AIA.
O CATIM está qualificado para a realização de auditorias de pós-avaliação no âmbito de procedimentos de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA).
Esta qualificação encontra-se disponível na Lista de verificadores de pós-avaliação qualificados da APA, em www.apambiente.pt.
As auditorias de pós-avaliação têm como objetivo a verificação da implementação das condições impostas pela DIA ou pela DCAPE. São solicitadas pela autoridade de AIA (APA ou CCDR) e são obrigatórias. Deve ser realizada uma auditoria durante a fase de construção e outra três anos após o início da entrada em exploração.
As auditorias de pós-avaliação têm como enquadramento legal os artigos 26.º e 27.º do Decreto-Lei n.º 151-B/2013, de 31 de outubro, republicado pelo Decreto-lei n.º 152-B/2017, de 11 de dezembro.

Para mais informações contate-nos!
patricia.soares@catim.pt)
Unidade de Ambiente e Segurança

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Qualidade, Diagrama da Tartaruga




O QUE É?
O Diagrama da Tartaruga é uma ferramenta da qualidade que fornece uma representação visual dos processos. Permite mapear um processo no que diz respeito às entradas, saídas, responsáveis, recursos e procedimentos necessários e estabelece indicadores para monitorizar os resultados [1].
A designação deve-se ao facto da disposição dos 7 elementos que o compõe – Processo, Entradas, Saídas, Recursos, Como, Quem e Indicadores – formarem um desenho semelhante ao de uma tartaruga.
Para mostrar a interação entre os vários processos do Sistema de Gestão da Qualidade podem ser utilizados vários diagramas, considerando que as saídas de um processo serão as entradas de outros, o que poderá ser útil para cumprir o requisito 4.4.1 da ISO 9001 [2].

OS 7 ELEMENTOS
·        Processo: Identificação do processo, responsável pelo processo e resultados esperados.
·        Entradas: Identificação das entradas (inputs) a serem transformadas no processo.
·        Saídas: Identificação das saídas (outputs) resultantes do processo.
·        Recursos: Identificação de todos os recursos necessários ao processo, desde recursos humanos, físicos, financeiros (ex: ferramentas, software).
·        Como: Levantamento de todos os documentos que norteiam o processo, incluindo normas, procedimentos e instruções de trabalho necessários à execução do processo.
·        Quem: Identificação de todos os profissionais intervenientes na execução do processo e as competências e habilitações requeridas para o efeito.
·        Indicadores: Monitorização dos resultados do processo através de indicadores de desempenho (ex: Percentagem de produtos defeituosos; Grau de satisfação dos clientes).

PRINCIPAIS BENEFÍCIOS
·       Ferramenta visual que facilita o entendimento do processo
·       Identifica os principais elementos do processo, facilitando a sua gestão
·       Pode ser adaptada para incluir elementos relativos à gestão de risco como Riscos e Oportunidades
·       Pode ser incorporada como informação documentada relativa aos processos

BIBLIOGRAFIA
[1] Jain, P., Verma, P., Shrivastav, S. (2015). Turtle Diagram-Process Approach Technique To Improve Quality Of A Manufacturing Organization. International Journal of Innovative Research in Technology, Science & Engineering (IJIRTSE), Vol. 1(3). pp. 110-117;
[2] Jaeger Holland. (2017, Out 11). The Turtle Diagram - Will it meet the process approach requirements in ISO 9001:2015 © ISO 2015?.
Disponível em <http://jaegerholland.com/turtle_diagram.asp>.

Nota: post publicado com a colaboração de Daniela Meira da Unidade da Qualidade e Inovação